quinta-feira, 29 de março de 2012

REPOSIÇÃO DA AULA 11/02/2012 NO DIA 29/03/2012 MODULO 11 - CAPITULOS 02 E 03

NESTA REPOSIÇÃO FOI PROPOSTA UMA RESENHA DOS CAPITULOS 02 E 03 E AS REFLEXÕES E PRATIQUES QUE NELE CONTINHAM.FORAM FEITAS 4 HORAS AULA DE REPOSIÇÃO NESTE DIA 29/03, DAS 16 AS 20 HORAS , QUE COMPREENDERAM SALA DE AULA E SALA DE INFORMATICA.
FEITA A TAREFA QUE ESTA SEGUIR FOI ENTREGUE AO TUTOR CEZAR A JUSTIFICATIVA DA FALTA DO DIA.
TAREFA A SEGUIR:
RESUMO CAPÍTULO 2 “AUDIOVISUAL E EDUCAÇÃO”

Como proposta de atividade foi sugerida leitura, análise e comentários do segundo capítulo do módulo que trata sobre os audiovisuais e sua relação com a educação, inclusive desde os primórdios do ensino em nosso país.
Desta forma este capítulo, de autoria de Laura Maria Coutinho, traz conceituações sobre cinema, televisão e recursos audiovisuais em geral com a educação. Ao conhecermos tal relacionamento é notório a antiga intencionalidade governamental em diversificar a forma de ensino no país, visando promover certa atratividade à tarefa de educar neste país.
Como exemplo de tal objetivo cito duas realidades: o livro didático – forma unilateral e muitíssimo utilizada nos meios educacionais – e a compra pelo Estado do Paraná das televisões multimídias, destinadas a todas as salas de aula deste Estado como forma de melhorar a prática pedagógica.
Nesta unidade a autora apresenta as mais relevantes iniciativas governamentais relacionadas ao audiovisual. Começa por falar do INCE (Instituto Nacional do Cinema Brasileiro), criado em 1936 por Edgard Roquete Pinto, também considerado o precursor da radiodifusão no Brasil. Tal órgão surgiu da necessidade política em se valorizar a cultura brasileira e aproximá-la da população, na tentativa de incuti-lá na vida social e particular dos sujeitos. Essa iniciativa ainda pode ser percebida nos dias atuais em algumas obras cinematográficas americanas, que costumeiramente elencam a bandeira do país, símbolos sociais, folclóricos, dentre outros, inseridos nas superproduções, de modo a instigar um patriotismo e valorização nacionais.
Outrora, essa iniciativa encontrou dificuldades devido ao fato de estar mais voltada a produção que a veiculação do que estava sendo produzido. Educar pelo cinema, na década de 30 e 40 se tornou difícil devido a resistência intelectual da população, ainda não preparada para tanto.
Outro importante projeto foi o Projeto SACI (Sistema Avançado de Comunicações Interdisciplinares), criado por volta de 1970. Ele estava relacionado a doutrina de segurança nacional e demandou muito esforço e investimento, que esbarraram na época vivida pelo Brasil: o Regime Militar. De um lado a compra de um equipamento (satélite) que aumentava exponencialmente a capacidade de transmissão de sinais de televisão e telefonia e de outro os enfrentamentos sociais e a postura das escolas públicas e particulares, oprimidas pela sensação de cárcere das opiniões e concepções educativas.
Como saldo disto, ou melhor, consequencia do projeto SACI, vimos o desenvolvimento das tele-aulas, da educação a distância e do rompimento do modelo clássico de ensino: professor e aluno em disposição linear, dividindo o mesmo espaço e tempo.
Como pioneiros nesse campo de educação não presencial se encontraram os Estados do Ceará e Maranhão, que viram nesse formato de ensino uma saída emergencial para os problemas de evasão, escassez de profissionais e desvalorização da educação em seus domínios. Os números comprovam que mesmo com os limites da educação a distância, sem a utilização qualitativa dos recursos audiovisuais e com restrições a tal ensino, mais de 220 mil alunos participaram desta iniciativa.
Chega-se assim, segundo a autora, ao Programa Salto para o Futuro, destinado à formação dos docentes, a distância e financiado pelo FNDE (Fundo de Desenvolvimento Educacional), relacionado ao MEC (Ministério da Cultura). Para ela o grande retrocesso deste projeto foi a mudança de transmissão de canal aberto para veiculação anexa a programação da TV Escola, com sinal fechado. Contudo, a qualidade das discussões e as parcerias estabelecidas pelo projeto superam em muito as expectativas dos profissionais da área.
Por fim temos o Sistema Nacional de Educação a Distância e a TV Escola, ambos grandes iniciativas do governo em melhorar o ensino e a formação dos cidadãos no país, seja em nível básico, médio ou superior. Como ponto positivo principal a autora destaca a compra e repasse de kits multimídias, disponibilizado para escolas e instituições com dificuldades físicas de oferta de ensino.

REFLEXÕES:

1ª REFLEXÃO PÁGINA 34: o problema apresentado – o de que telessalas ainda funcionam com a mesma disposição de salas de aula com ensino presenciais – carece de atenção. São importantes partimos de dois pontos: formação dos docentes para aumentar a utilização de outros recursos audiovisuais, diversificando o ensino e menor flexibilidade dessa modalidade de ensino. Não se pode pensar na educação, na formação e qualificação de sujeitos como um “buffet” de conteúdos, onde cada um pega, se serve apenas do que gosta. Tal ensino, mesmo transpondo barreiras geográficas e temporais, necessita de rigorosidade quanto à critérios de avaliação, diretrizes curriculares, políticas de ensino, parâmetros curriculares, etc.

2ª REFLEXÃO PÁGINA 34: mais complexa que a primeira, tal reflexão nos remete a diversas premissas e conhecimentos sobre a construção e aspectos históricos da educação no Brasil. A meu ver, não é a educação a distância que diferencia a escola dos pobres e dos ricos. Tal distinção está posta desde as aulas régias, marco inicial da educação no país. A situação financeira sempre esteve relacionada a qualidade do ensino e a disseminação pela mídia e pela maioria burguesa de que a coisa pública não tem qualidade, de que o público não tem dono corrobora para a manutenção desse pensamento: que a educação a distância forma mal as pessoas, pessoas essas obrigatoriamente pobres. No outro ponto apresentado pela ideia da autora, de que houveram demissões e falta de contratação de novos docentes, o que fomentou a educação por orientadores ou tutores também sugere uma discussão profunda. A realidade do Estado do Ceará difere da realidade vivida no Estado do Paraná. Enquanto um faz uma troca simplista de docentes por orientadores, as vezes sem formação qualificada, o segundo traz uma educação simultânea, com campo de trabalho para ambos profissionais e com investimentos pesados na área da educação. Isso se deve, primordialmente, as políticas públicas. O Paraná, por exemplo, investe mais do que o exigido pela Constituição Federal na Educação, o que traz diversos benefícios, tanto estruturais quanto pedagógicos. É discutir para mudar. Esse é o caminho, no qual nosso Estado está a algum tempo, onde a caminhada é contínua, ultrapassando Governos e atentando para o povo.


POR ANDREA PEREIRA

segunda-feira, 26 de março de 2012

AULA 03 - MODULO 13 - DATA 24/03/2012

NESTA AULA ONDE O MODULO É LABORATÓRIO, NÃO CONSEGUI CONECTAR MUITO A AULA DADA CO O CONTEXTO DA APOSTILA , POREM A OBTENÇÃO DE COINHECIMENTOS É SEMPRE IMPORTANTE.

PRATIQUE :
COMO NOSSAS ESCOLAS PODEM ESTIMULAR OS ALUNOS E CONSTRUIR / CRIAR OBJETOS QUE MELHOREM A VIDA DAS PESSOAS?
PRIMEIRAMENTE DEVE SE OBSERVAR ATENTAMENTE JUNTO COM OS ALUNOS AS NECESSIDADES DA ESCOLA , DA COMUNIDADE E TRABALHAR PARA QUE NUM LABORATÓRIO SEJAM CRIADAS INVENÇÕES E FAÇAM MELHORAR A VIDA DE QUEM MAIS PRECISA.
ASSIM SEJA ATRAVES DO TRABALHO E LABORATÓRIOS EFETIVAMENTE.

PRATIQUE:
QUAIS AS CONTRIBUIÇÕES DOS POVOS ANTIGOS PARA OS DIAS DE HOJE "ATUAIS"?
OS POVOS ANTIGOS AJUDARAM MUITO COM A DESCOBERTA DO FOGO, RODA, DAS COMUNICAÇÕES ATRAVES DOS DESENHOS EM CAVERNAS PRIMEIRAENTE .

PRATIQUE:
AS ESCOLAS SÃO RESPONSÁVEIS PELO DESENVOLVIMENTO DOS ALUNOS?
ATE DEVERIAM , MAIS NÃO HÁ COMPROMETIMENTO NENHUM PARA ISSO.

COMO PODEMOS LEVÁ LOS A DESAFIAR OS CONCEITOS ESTUDADOS?
ATRAVÉS DA CURIOSIDADE E DA NECESSIDADE DE CRIAR ALGO QUE AJUDE O OUTRO, A MELHORAR SUA PROPRIA VIDA.

QUE EXEMPLOS PODEMOS TIRAR DA VIDA DOS NOSSOS PERSONAGENS AQUI CITADOS:
O QUE NOS DEMONSTROU FOI QUE NÃO HÁ DIFICULDADE QUE IMPEÇA ALGUEM DE TER IDEIAS E CRESCER , PERANTE TODAS AS NECESSIDADES MESMO ASSIM, TODOS NOSSOS GRANDES NOMES FORAM CAPAZ DE DESENVOLVER GRANDES FEITOS E IDEIAS.


OBSERVAÇÃO : OS PRATIQUES ACIMA COM ALGUMAS DIFERENÇAS FORAM ENTREGUES AO TUTOR COMO MATERIAL DE AULA DADA.


POR ANDREA PEREIRA

AULA 02 - MODULO 13 - DATA 17/03/2012

ESTA FOI UMA AULA DIFERENTE , FOMOS CONHECER O PARQUE NEWTON FREIRE MAIA, MUITO BONOITO, MUITO BEM DIRIGIDO E MUITO INTERESSANTE. FOI UA VISITA BEM PUXADA MAIS SUPER INTERESSANTE VALEU A PENA!

NEWTON FREIRE MAIA

Nasceu em 29 de junho de 1918, no município de Boa Esperança em Minas

Gerais. Casou-se pela primeira vez com Flávia Leite Naves Freire Maia, com quem conviveu durante 24 anos até o falecimento dela. Mais tarde casou-se com a professora Eleidi AliceChautard Freire-Maia, com a qual viveu por 29 anos, até falecer.

No início de sua carreira, trabalhava na USP na década de 40, dando e recebendo aulas. Devido à falta de professores na área de Genética (uma área que estava sendo introduzida no Brasil) foi convidado pela Universidade Federal do Paraná, onde criou o Laboratório de Genética que mais tarde originou o Departamento de Genética. Ao todo, dedicou 52 anos de trabalho à UFPR.

Neste período, o professor Newton Freire Maia estudou sobre as características genéticas das populações da mosca drosófila, que é encontrada próxima a frutas maduras. Após, iniciou seus estudos sobre a genética humana, avaliando o casamento consangüíneo. Foi um dos primeiros no Brasil a realizar o Aconselhamento Genético, para esclarecimento das pessoas sobre doenças e outras características genéticas. Também trabalhou por muitos anos estudando as Displasias Ectodérmicas, doenças que provém da má formação de estruturas como unhas, dentes, cabelo e glândulas de suor, tendo criado uma classificação usada no mundo todo.

No total, foram 474 obras bibliográficas, englobando artigos, trabalhos, livros e capítulos de livros, textos em periódicos não científicos, além de orientar vários alunos em teses de mestrado e doutorado. Devido à sua dedicação à Ciência, recebeu uma série de títulos e prêmios, tanto nacionais como internacionais.

Newton Freire Maia morreu aos 84 anos, em Curitiba, vítima de complicações provocadas pelo tratamento de um câncer de pulmão, no dia 10 de maio de 2003.

O que é

O Parque Newton Freire Maia é um espaço dedicado a divulgação científica e tecnológica. Busca-se o incentivo para a discussão à respeito do caráter humano presente nestas atividades e a importância de uma análise crítica dos impactos sociais, culturais e ambientais do progresso científico e tecnológico.

Utilizando-se de recursos lúdicos inter e transdisciplinares destinados a causar emoções no público, o ambiente do Exploratório propicia ao visitante a oportunidade de interação com experimentos clássicos e discussão sobre temas científicos, almejando-se a valorização do ser humano e a sustentabilidade do meio ambiente. Além disso, é um recurso amplamente utilizado por professores das mais diversas áreas, oportunizando a possibilidade de complementar uma enorme gama de assuntos vistos em ambiente escolar.

Através de recursos didáticos, multimídia, experimentos, painéis, ilustrações, oficinas e visitas orientadas, a equipe de monitores leva o visitante a um fascinante caminho através do desenvolvimento científico e tecnológico, sempre enfocando os princípios que nortearam tais avanços.

1 - INTRODUÇÃO À ASTRONOMIA OBSERVACIONAL

Áreas de interesse: Ciências, Física, Geografia.

O ato de observar o céu guiou todas as civilizações que passaram pela face da Terra. Seja pela crença de que a posição daqueles "pontos" brilhantes ou de que as figuras vistas no céu influenciariam no destino de cada um, seja pela previsão de fenômenos climáticos, formando uma espécie de calendário. Com o avanço da ciência, instrumentos cada vez mais poderosos foram desenvolvidos, possibilitando ao homem perceber que não faz parte de uma estrutura única no universo.

Tópicos abordados:
Localização Geográfica;
Localização Temporal;
Geocentrismo x Heliocentrismo;
Constelações Gregas e Indígenas;
Mitologia Grega e Indígena.

BIOLOGIA

1 - À PROCURA DOS DINOSSAUROS

Áreas de interesse: Ciências, Biologia.

Você já pensou em achar o fragmento de um dinossauro? Ou então saber como viviam e quais eram as principais características destes seres incríveis? Nesta atividade você poderá aprender um pouco sobre paleontologia, as diferenças entre paleontologia e arqueologia, o cotidiano de um paleontólogo, além de participar de uma escavação procurando réplicas de fósseis de grandes dinossauros.

Tópicos abordados:

História da paleontologia;
O que são e como se formam os fósseis;
Em que época viveram os dinossauros;
O que são e como classificamos os dinossauros;
Escavação em sítio paleontológico simulado;
Dinâmicas em grupo.

2 - UM DIA NO HERBÁRIO

Áreas de interesse: Ciências, Biologia.

Esta atividade tem o objetivo de proporcionar ao público técnicas de manejo de herbário, as quais permitem conhecer aspectos econômicos sociais e ecológicos das plantas, além de servirem de fundamentação teórico-prática e incentivo para o desenvolvimento de atividades de botânica no ambiente escolar.

Tópicos Abordados:
Noções de botânica;
Procedimentos de coleta, montagem e catalogação de exemplares botânicos;
Noções de ecologia;
Tópicos de educação ambiental;
Dinâmicas em grupo.

GEOGRAFIA

1 - ENTRE TRILHAS E RUMOS

Áreas de interesse: Geografia.

Ache seu rumo! Ao participar desta atividade o visitante terá noções da evolução histórica da cartografia, do avanço das técnicas de produção de mapas e de materiais utilizados para a finalidade de localização e orientação espacial. Poderão compreender a importância da cartografia para o conhecimento do espaço geográfico e melhor intervir nele. Perceberão, ainda, o valor inestimável da informação cartográfica para o planejamento do uso do solo.

Tópicos Abordados:
História da cartografia.
Direções cardeais e colaterais;
Escalas;
Coordenadas geográficas;
Instrumentos de orientação e localização;
Dinâmicas em grupo.
1 - CAMPO DE BATALHA

Áreas de interesse: Geografia, História, Sociologia.

Há importância na guerra? Muitos pesquisadores consideram a guerra como parte da natureza humana, sendo inseparável da política e, para muitas populações, como fundamento da própria cultura. Esta atividade tem como objetivo discutir alguns momentos históricos em que a guerra foi fator decisivo para a construção da atual realidade.

Tópicos Abordados:
Guerras e o cotidiano das sociedades;
Guerra e tecnologia;
Táticas famosas de guerra: estudos de caso;
Dinâmicas em grupo.
MATEMÁTICA

1 - PESCANDO SOLUÇÕES

Áreas de interesse: Matemática, Física.

Grandes nomes da Matemática são retratados em uma sátira empolgante e descontraída. Problemas são resolvidos usando recursos pedagógicos diferenciados. A Matemática torna-se uma linguagem feita pelo ser humano para o ser humano, para que ele possa interpretar o mundo à sua volta. Participe desse empolgante encontro e descubra a beleza e a alegria de estudar Matemática.

Tópicos Abordados:
Número pi;
Teorema de Pitágoras;
Geometria;
Problemas práticos.

QUÍMICA

1 - DA HISTÓRIA À TECNOLOGIA.

Áreas de interesse: Química, Ciências.

Expor a modernidade da ciência mostrando seu passado e desenvolvimento, afim de estimular a curiosidade e a pesquisa. Este é um dos pilares da atividade "Química: da História à Tecnologia", que mostra a evolução conceitual da Química através dos tempos e suas aplicações na atualidade, despertando o saber de uma forma prática e divertida.

Tópicos abordados:
Alquimia;

Estrutura do Átomo;
Tabela Periódica;
Química Moderna;
Engenharia de Materiais.


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AULA 01 - MODULO 13 - DATA 10/03/2012

AULA REFERENTE A LABORATÓRIO NADA MAIS IMPORTANTE QUE COMEÇARMOS COM AS PARTES PRINCIPAIS DE UM UM COMPUTADOR , E ASSIM FOI FEITOCOM EXPLICAÇOES E SLIDES DO PROFESSOR APRENDEMOS CADA PARTE DESTE.
COO SE RESUME A SEGUIR:A EVOLUÇÃO DA INFORMÁTICA E DO COMPUTADOR

A Evolução da Informática e do Computador

O Computador é uma maquina muito interessante, pois poucas ferramentas permitem você executar e ter a sua disposição um enorme leque que soluções para suas tarefas do dia a dia.
Tamanha é a sua qualidade que até a metade da década de 1960, os computadores eram máquinas caríssimas, e geralmente eram usadas somente para determinados objetivos em grandes empresas e instituições.

Em 1982, a revista Time deu, pela primeira vez, o título de “O Homem do Ano” a um computador. Porem tudo isso que temos hoje não surgiu pronto sem mais nem menos. Toda a era da Informática teve que passar por grandes evoluções até chegar ao Computador que você usa hoje em casa ou no trabalho.

Tudo começou com a primeira geração de computadores que varia entre os anos de 1942 e 1959. Todos eles eram baseados na tecnologia de válvulas eletrônicas deixando completamente vago a questão de confiabilidade, a quantidade de energia consumida e o calor produzido por 20.000 válvulas.
Esses normalmente quebravam em poucas horas de uso, tinham algumas entradas e saídas primitivas, calculavam com uma velocidade de milésimos de segundos e eram programados em linguagem de máquina.




Como inicialmente as dificuldades na produção dos computadores eram grandes, somente em 1951 surgiram os primeiros computadores em escala comercial, pode-se iniciar a primeira geração com o UNIVAC 1, destacando o EDVAC, o Whirlwind e o IBM 650 como computadores típicos dessa geração.
Nas maquinas de segunda geração, a válvula foi substituída por transistor, tecnologia usada entre 1959 e 1965.

O transistor foi desenvolvido por William Shockley, J. Bardeen e W. Brattain no Bell Laboratories. Sua tecnologia o permitia ser 100 vezes menos que o da válvula, não precisava de tempo para aquecimento, consumia menos energia, era mais rápido, confiável e já calculavam em microssegundos.
Seu representante clássico foi o IBM 1401 e seu sucessor o IBM 7094, já totalmente usando a tecnologia dos transistores. Sua melhora de rendimento foi tão grande que entre os modelos 1401 e 7094, a IBM vendeu mais de 10.000 computadores.

Ao longo dos anos, os computadores começaram a ser utilizados para determinadas funções como processar pedidos, controlar a produção entre outros. E em 1964 a American Airlines começou a fazer reservas em tempo real.
O primeiro computador só chegou ao Brasil em 1961, um UNIVAC 1105 ainda com válvulas para ser usado no IBGE.

Com os transistores, que eram menores que as válvulas, começaram a serem produzidos computadores menores. O de maior sucesso foi o da DEC – Digital Equipament Corporation, fundada em 1957.
O primeiro minicomputador produzido comercialmente foi o PDP-8, o primeiro com sucesso comercial.

A terceira geração começa com a substituição dos transistores pelos circuitos integrados. Eles já calculavam em nanossegundos, seu representante foi o IBM 360.

Ao longo dos anos a evolução nessa área tem buscado principalmente a miniaturalização e o encapsulamento dos dispositivos internos dos computadores. E hoje podemos constatar isso no nosso dia a dia através de todas as minúsculas tecnologias que ficam ao nosso meio.

Memória
Ver artigo principal: Memória
A memória é um dispositivo que permite ao computador armazenar dados por certo tempo. Atualmente o termo é geralmente usado para definir as memórias voláteis, como a RAM, mas seu conceito primordial também aborda memórias não voláteis, como o disco rígido. Parte da memória do computador é feita no próprio processador; o resto é diluído em componentes como a memória RAM, memória cache, disco rígido e leitores de mídias removíveis, como disquete, CD e DVD.

Nos computadores modernos, cada posição da memória é configurado para armazenar grupos de oito bits (chamado de um byte). Cada byte consegue representar 256 números diferentes; de 0 a 255 ou de -128 a +127. Para armazenar números maiores pode-se usar diversos bytes consecutivos (geralmente dois, quatro ou oito). Quando números negativos são armazenados, é utilizada a notação de complemento para dois.

A memória do computador é normalmente dividida entre primária e secundária, sendo possível também falar de uma memória "terciária".
Memória RAM, Memória ROM
A memória primária é aquela acessada diretamente pela Unidade Lógica e Aritmética. Tradicionalmente essa memória pode ser de leitura e escrita (RAM) ou só de leitura (ROM). Atualmente existem memórias que podem ser classificadas como preferencialmente de leitura, isso é, variações da memória ROM que podem ser regravadas, porém com um número limitado de ciclos e um tempo muito mais alto.

Normalmente a memória primária se comunica com a ULA por meio de um barramento ou canal de dados. A velocidade de acesso a memória é um fator importante de custo de um computador, por isso a memória primária é normalmente construída de forma hierárquica em um projeto de computador. Parte da memória, conhecida como cache fica muito próxima à ULA, com acesso muito rápido. A maior parte da memória é acessada por meio de vias auxiliares.

Normalmente a memória é nitidamente separada da ULA em uma arquitetura de computador. Porém, os microprocessadores atuais possuem memória cache incorporada, o que aumenta em muito sua velocidade.
Memória RAM




Memória RAM de um PC.

A memória RAM (Random Access Memory) é uma sequência de células numeradas, cada uma contendo uma pequena quantidade de informação. A informação pode ser uma instrução para dizer ao computador o que fazer. As células podem conter também dados que o computador precisa para realizar uma instrução. Qualquer célula pode conter instrução ou dado, assim o que em algum momento armazenava dados pode armazenar instruções em outro momento. Em geral, o conteúdo de uma célula de memória pode ser alterado a qualquer momento, a memória RAM é um rascunho e não um bloco de pedra.

As memórias RAM são denominadas genericamente de DRAM (RAM dinâmica), pelo fato de possuírem uma característica chamada refrescamento de memória, que tem a finalidade de regravar os dados armazenados em intervalos regulares de tempo,o que é necessário para a manutenção de seu conteúdo. O tamanho de cada célula, e o número de células, varia de computador para computador, e as tecnologias utilizadas para implementar a memória RAM variam bastante. Atualmente o mais comum é a implementação em circuitos integrados.
Memória ROM


Memória ROM de um PC.

A memória ROM (Read-Only Memory) é uma memória que só pode ser lida e os dados não são perdidos com o desligamento do computador. A diferença entre a memória RAM e a ROM é que a RAM aceita gravação, regravação e perda de dados. Mesmo se for enviada uma informação para ser gravada na memória ROM, o procedimento não é executado (esta característica praticamente elimina a criação de vírus que afetam a ROM).

Um software gravado na ROM recebe o nome de firmware. Em computadores da linha IBM-PC eles são basicamente três, que são acessados toda vez que ligamos o computador, a saber: BIOS, POST e SETUP.

Existe uma variação da ROM chamada memória preferencialmente de leitura que permite a re-gravação de dados. São as chamadas EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) ou EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory).

[editar] Memória secundária

A memória secundária ou memória de massa é usada para gravar grande quantidade de dados, que não são perdidos com o desligamento do computador, por um período longo de tempo. Exemplos de memória de massa incluem o disco rígido e mídias removíveis como o CD-ROM, o DVD, o disquete e o pen drive.

Normalmente a memória secundária não é acessada diretamente pela ULA, mas sim por meio dos dispositivos de entrada e saída. Isso faz com que o acesso a essa memória seja muito mais lento do que o acesso a memória primária. Para isso cada dispositivo encontra-se com um buffer de escrita e leitura para melhoramento de desempenho.

Supostamente, consideramos que a memória terciária está permanentemente ligada ao computador.







Fita magnética para gravação de dados.

Sistemas mais complexos de computação podem incluir um terceiro nível de memória, com acesso ainda mais lento que o da memória secundária. Um exemplo seria um sistema automatizado de fitas contendo a informação necessária. A memória terciária não é nada mais que um dispositivo de memória secundária ou memória de massa colocado para servir um dispositivo de memória secundária.

As tecnologias de memória usam materiais e processos bastante variados. Na informática, elas têm evoluído sempre em direção de uma maior capacidade de armazenamento, maior miniaturização, maior rapidez de acesso e confiabilidade, enquanto seu custo cai constantemente.

Entretanto, a memória de um computador não se limita a sua memoria individual e física, ela se apresenta de maneira mais ampla, e sem lugar definido (desterritorializada). Temos possibilidades de armazenar em diversos lugares na rede, podemos estar em Cairo e acessar arquivos que foram armazenados em sítios no Brasil.

É crescente a tendência para o armazenamento das informações na memória do espaço virtual, ou o chamado ciberespaço, através de discos virtuais e anexos de e-mails. Isto torna possível o acesso a informação a partir de qualquer dispositivo conectado à Internet.

Entrada e saída






Mouse

Os dispositivos de entrada e saída (E/S) são periféricos usados para a interação homem-computador. Nos computadores pessoais modernos, dispositivos comuns de entrada incluem o mouse (ou rato), o teclado, o digitalizador e a webcam. Dispositivos comuns de saída incluem a caixa de som, o monitor[3] e a impressora.

O que todos os dispositivos de entrada têm em comum é que eles precisam codificar (converter) a informação de algum tipo em dados que podem ser processados pelo sistema digital do computador. Dispositivos de saída por outro lado, descodificam os dados em informação que é entendida pelo usuário do computador. Neste sentido, um sistema de computadores digital é um exemplo de um sistema de processamento de dados.

Processo este, que consiste basicamente em três fases: Entrada, Processameto e Saída. Entendemos por entrada todo o procedimento de alimentação de informações, que por sua vez serão processadas (fase de processamento) e após isso, são repassadas as respostas ao usuário (saída).

Podemos ter dispositivos que funcionam tanto para entrada como para saída de dados, como o modem e o drive de disquete. Atualmente, outro dispositivo de híbrido de dados é a rede de computadores.






Blocos funcionais de um computador.

Barramentos

Para interligar todos esses dispositivos existe uma placa de suporte especial, a placa-mãe, que através de barramentos, fios e soquetes conecta todos os dispositivos. Sua função inclui também a conexão de placas auxiliares que sub-controlam os periféricos de entrada e saída, como a placa de som (conecta-se com a caixa de som), a placa de vídeo (conecta-se com o monitor), placa de rede (conecta-se com a LAN) e o fax-modem (conecta-se com a linha telefônica).

Nota-se que o barramento entre os componentes não constitui uma conexão ponto-a-ponto; ele pode conectar logicamente diversos componentes utilizando o mesmo conjunto de fios. O barramento pode utilizar uma interface serial ou uma interface paralela.

Outros equipamentos adicionais usados em conjunto com a placa-mãe são o dissipador, um pequeno ventilador para resfriar o processador, e a fonte de energia, responsável pela alimentação de energia de todos os componentes do computador.

Arquitetura de software

Instruções

A principal característica dos computadores modernos, o que o distingue de outras máquinas, é que pode ser programado. Isto significa que uma lista de instruções pode ser armazenada na memória e executa posteriormente.





Diagrama de linguagem de programação compilada em linguagem de máquina.

As instruções executadas na ULA discutidas acima não são um rico conjunto de instruções como a linguagem humana. O computador tem apenas um limitado número de instruções bem definidas. Um exemplo típico de uma instrução existente na maioria dos computadores é "copie o conteúdo da posição de memória 123 para a posição de memória 456", "adicione o conteúdo da posição de memória 510 ao conteúdo da posição 511 e coloque o resultado na posição 507" e "se o conteúdo da posição 012 é igual a 0, a próxima instrução está na posição 678".

Instruções são representadas no computador como números - o código para "copiar" poderia ser 007, por exemplo. O conjunto particular de instruções que um computador possui é conhecido como a linguagem de máquina do computador. Na prática, as pessoas não escrevem instruções diretamente na linguagem de máquina mas em uma linguagem de programação, que é posteriormente traduzida na linguagem de máquina através de programas especiais, como interpretadores e compiladores. Algumas linguagens de programação se aproximam bastante da linguagem de máquina, como o assembly (linguagem de baixo nível); por outro lado linguagens como o Prolog são baseadas em princípios abstratos e se distanciam bastante dos detalhes da operação da máquina (linguagens de alto nível).

A execução das instruções é tal como ler um livro. Apesar da pessoa normalmente ler cada palavra e linha em sequência, é possível que algumas vezes ela volte para pontos anteriores do texto de interesse ou passe sessões não interessantes. Da mesma forma, um computador que segue a arquitetura de von Neumann executa cada instrução de forma sequencial, da maneira como foram armazenadas na memória. Mas, através de instruções especiais, o computador pode repetir instruções ou avançá-las até que alguma condição seja satisfeita. Isso é chamado controle do fluxo e é o que permite que o computador realize tarefas repetitivamente sem intervenção humana.

Uma pessoa usando uma calculadora pode realizar operações aritméticas como somar número apertando poucos botões. Mas somar sequencialmente os números de um a mil iria requerer apertar milhares de vezes os botões, com uma alta probabilidade de erro em alguma iteração. Por outro lado, computadores podem ser programados para realizar tal tarefa com poucas instruções, e a execução e extremamente rápida.

Mas os computadores não conseguem pensar, eles somente executam as instruções que fornecemos. Um humano instruído, ao enfrentar o problema da adição explicado anteriormente, perceberia em algum momento que pode reduzir o problema usando a seguinte equação:



e chegar na mesma resposta correta com pouco trabalho. Alguns computadores modernos conseguem tomar algumas decisões para acelerar a execução dos programas ao prever instruções futuras e reorganizar a ordem de instruções sem modificar seu significado. Entretanto, os computadores ainda não conseguem determinar instintivamente uma maneira mais eficiente de realizar sua tarefa, pois não possuem conhecimento para tal [4].
: Programa de computador
Programas são simplesmente grandes listas de instruções para o computador executar, tais com tabelas de dados. Muitos programas de computador contêm milhões de instruções, e muitas destas instruções são executadas repetidamente. Um computador pessoal típico (no ano de 2003) podia executar cerca de dois a três bilhões de instruções por segundo. Os computadores não têm a sua extraordinária capacidade devido a um conjunto de instruções complexo. Apesar de existirem diferenças de projeto com CPU com um maior número de instruções e mais complexas, os computadores executam milhões de instruções simples combinadas, escritas por bons "programadores". Estas instruções combinadas são escritas para realizar tarefas comuns como, por exemplo, desenhar um ponto na tela. Tais instruções podem então ser utilizadas por outros programadores.

Hoje em dia, muitos computadores aparentam executar vários programas ao mesmo tempo, o que é normalmente conhecido como multitarefa. Na realidade, a CPU executa as instruções de um programa por um curto período de tempo e, em seguida, troca para um outro programa e executa algumas de suas instruções. Isto cria a ilusão de vários programas sendo executados simultaneamente através do compartilhamento do tempo da CPU entre os programas. Este compartilhamento de tempo é normalmente controlado pelo sistema operacional. Nos casos em que o computador possui dois núcleos de processamento, cada núcleo processa informações de um programa, diminuindo assim o tempo de processamento.
Sistema operacional
Um computador sempre precisa de no mínimo um programa em execução por todo o tempo para operar. Tipicamente este programa é o sistema operacional (ou sistema operativo), que determina quais programas vão executar, quando, e que recursos (como memória e E / S) ele poderá utilizar. O sistema operacional também fornece uma camada de abstração sobre o hardware, e dá acesso aos outros programas fornecendo serviços, como programas gerenciadores de dispositivos ("drivers") que permitem aos programadores escreverem programas para diferentes máquinas sem a necessidade de conhecer especificidades de todos os dispositivos eletrônicos de cada uma delas.

um terminal, um componente da rede universal calculante. Em certo sentido, há apenas um único computador, mas é impossível traçar seus limites, definir seu contorno. É um computador cujo centro está em toda parte e a circunferência em lugar algum, um computador hipertextual, disperso, vivo, fervilhante, inacabado: o ciberespaço em si.

O computador evoluiu em sua capacidade de armazenamento de informações, que é cada vez maior, o que possibilita a todos um acesso cada vez maior a informação. Isto significa que o computador agora representa apenas um ponto de um novo espaço, o ciberespaço. Essas informações contidas em computadores de todo mundo e presentes no ciberespaço, possibilitam aos usuários um acesso a novos mundos, novas culturas, sem a locomoção física. Com todo este armazenamento de textos, imagens, dados, etc.

Houve também uma grande mudança no comportamento empresarial, com uma forte redução de custo e uma descompartimentalização das mesmas. Antes o que era obstante agora é próximo, as máquinas, componentes do ciberespaço, com seus compartimentos de saída, otimizaram o tempo e os custos.[



POR ANDREA PEREIRA

terça-feira, 6 de março de 2012

AULA 04 - MODULO 12 - DIA 03/03/2012

HOJE COMO ULTIMA AULA DO MÓDULO AS DUPLAS APRESENTARAM O FESTIVAL DO MINUTO NO QUE CONSISTE EM APRESENTAÇÃO DE SLIDES .
A DUPLA QUE EU TRABALHEI FOI A ANA MACHADO, COM O TEMA BULLYNG.
FIZEMOS NO MOVIE MAKER COM IMAGENS DO YOUTUBE E GOOGLE.
NAO TINHA SOM, PORÉM CAUSOU MUITO IMPACTO PARA DISCUSSÕES.
CADA GRUPO QUE APRESENTAVA EXPLICAVA COMO FOI FEITO E COMO SURGIU O TITULO PARA O TRABALHO.
FOI MUITO BOM VER A CRIATIVIDADE DOS COLEGAS.

POR ANDREA PEREIRA